Educação

Advogadas vão à Justiça para que Weintraub desbloqueie professora no Twitter

Elas pedem que o ministro desbloqueie a professora e pesquisadora Debora Diniz, já que a página é usada para divulgar informações públicas referentes ao Ministério

Um grupo de 111 advogadas protocolou hoje um mandado de segurança contra o Ministro da Educação, Abraham Weintraub. A exigência é o desbloqueio imediato da professora e pesquisadora Debora Diniz no Twitter.

Elas argumentam que o Twitter oficial de um agente público do alto escalão do Governo como o Ministro da Educação não é apenas uma conta pessoal, mas um canal de diálogo direto com os cidadãos.
Weintraub afirmou nas redes que não quer “gente chata e de esquerda”

acompanhando suas postagens. Segundo o mandado de segurança, o Ministro não pode selecionar quem visualiza informações referentes ao seu exercício no cargo, tampouco impedir a manifestação de cidadãos críticos às suas ações. “A motivação de Weintraub demonstra um tom antidemocrático, de quem se recusa a conviver com a liberdade de expressão e o direito à crítica”, dizem as advogadas em nota.

Nos Estados Unidos e no Canadá, outros pedidos judiciais pelo desbloqueio de cidadãos em contas oficiais de agentes públicos já foram aceitos. Em 2018, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi obrigado a desbloquear sete usuários do Twitter. A juíza do caso entendeu que, sendo a conta do presidente um “fórum público”, o bloqueio baseado em críticas políticas vai contra a liberdade de expressão.

Já o prefeito de Ottawa, no Canadá, também foi acionado por três cidadãos. Antes que a ação fosse decidida pelo tribunal responsável, os advogados do prefeito recomendaram que ele realizasse o desbloqueio.

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Época
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1 pensou em “Advogadas vão à Justiça para que Weintraub desbloqueie professora no Twitter”

  1. Ora, ora.
    Na conta do MEC ele não pode bloquear ninguem. Mas a conta pessoal dele? ele não é psiquiatra para ficar aguentando gente esquisita e mal-educada, que, estes sim, não sabem conviver com a democracia, e querem exigir que o MEC volte a ser comandado pela unica forma que admitem: Maconha, dedo no cu e gritaria. Campus depredados, consumo de drogas, era, e é na maioria, este o raio-X das nossas instituições de nível superior. Esquerdoentes, não encham o saco do ministro, pois ele responde na lata, voces ficam de mimimi, e a gente morre de rir, talkey?

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