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Bolsonaro autoriza Forças Armadas na Amazônia para combater incêndio

Pelo decreto, militares também devem participar de 'ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais'

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta sexta-feira um decreto autorizando o emprego das Forças Armadas para realizar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia , no levantamento e combate a focos de incêndio. O ato foi publicado em edição extra do Diário Oficial desta sexta-feira.

Os militares também devem participar de “ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais”. A autorização está vinculada à solicitação dos governos de cada estado que integra a Amazônia Legal — composta por Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

O decreto, que vale de 24 de agosto a 24 de setembro, estabelece ainda que os militares deverão atuar em articulação com os órgãos de segurança pública locais, coordenados pelos comandos das Forças Armadas.

Caberá ao ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, definir a alocação dos meios disponíveis e dos comandos que serão responsáveis pela operação. A quantidade de integrantes das Forças Armadas ainda não está definida.

Depois de se reunir com Bolsonaro e com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles , o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL), afirmou que protocolou o pedido nesta tarde.

Ele contou ainda que os nove governadores da Amazônia Legal devem ir ao Palácio do Planalto na próxima terça-feira para um encontro com o presidente para tratar do tema.

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