Economia

Dólar opera em alta e vai a R$ 4,14

Na última sexta-feira, o dólar encerrou a sessão cotado a R$ 4,0923, em alta de 0,18%. Na semana, acumulou avanço de 0,89

O dólar opera em alta nesta segunda-feira (13), atingindo R$ 4,14, com os investidores atentos à assinatura do esperado acordo comercial inicial entre Estados Unidos e China na quarta-feira (15).

Às 12h50, a moeda dos EUA subia 1,06%, negociada da R$ 4,1355. Na máxima até o momento chegou a R$ 4,1405, maior cotação desde meados de dezembro. Veja mais cotações

Na última sexta-feira, o dólar encerrou a sessão cotado a R$ 4,0923, em alta de 0,18%. Na semana, acumulou avanço de 0,89. No ano, tem valorização de 2,06% sobre o real.

De acordo com Jefferson Laatus, sócio fundador do grupo Laatus, a aceleração da alta da moeda norte-americana “deve-se mais a especulação do que motivos do cenário atual”.

“No cenário interno não há nada de expressivo acontecendo. Lá fora temos uma situação um pouco preocupante geopoliticamente, mas as tensões entre EUA e Irã já se acalmaram. O cenário da guerra comercial também é positivo. No geral, está tudo tranquilo”, disse à Reuters.

Na quarta-feira, o governo norte-americano realizará uma cerimônia para a assinatura da “fase um” do acordo comercial com a China, em um evento amplamente aguardado depois de 18 meses de conflito entre as duas maiores economias do mundo.

No exterior, a expectativa sobre o acordo EUA-China elevava o sentimento de risco, com o dólar avançando contra uma cesta de moedas fortes e recuando em relação a algumas divisas arriscadas, como o iuan chinês e a lira turca, destaca a Reuters.

Cena local

A projeção do mercado para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 4,09 para R$ 4,04 por dólar, segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira. Para o fechamento de 2021, continuou em R$ 4 por dólar.

Na cena doméstica, o ministro da Economia, Paulo Guedes, realiza nesta segunda a primeira reunião geral deste ano com a equipe da pasta. Um dos assuntos que devem ser tratados é a força-tarefa do governo para acabar com a fila de quase 2 milhões de pedidos de benefícios pendentes de análise pelo INSS. Também devem ser definidas as pautas prioritárias para o ano.

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