Política

Kalil assume erro pelas 1.900 covas abertas nos cemitérios de BH para vítimas da COVID-19: ‘A culpa é minha’

Até esta quarta-feira, o coronavírus fez 144 vítimas fatais na capital mineira

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), considera que errou ao ter mandado abrir 1.900 covas em cemitérios da capital, prevendo um grande número de mortes por COVID-19. Até o momento, foram registrados 144 óbitos causados pelo coronavírus em BH.

“Houve um pregão, a firma apresentou o menor preço, nós abrimos, estão abertas. Cova aberta não estraga, não dá defeito, não apodrece. Vamos chegar a 1.900 mil mortes um dia em Belo Horizonte, e que esse dia esteja muito longe. Eu não sabia disso, mas assumo o erro, sem problema nenhum. Xinguei muito isso aqui. A culpa é minha mesmo”, disse Kalil em entrevista à Rádio Itatiaia nessa segunda-feira.

 

Segundo boletim epidemiológico emitido pela Prefeitura de Belo Horizonte nesta quarta-feira, a cidade tem 6.571 casos confirmados de COVID-19 e 1.549 pacientes em acompanhamento. Até agora, 4.878 pessoas já se recuperaram da doença na capital.
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