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Navios de cruzeiro poderão ser usados como hospitais para pacientes com o novo coronavírus

Primeiro navio deverá ficar atracado no Rio de Janeiro

BRASÍLIA – O Ministério da Saúde anunciou que ao menos um navio de cruzeiro deverá funcionar como hospital para receber pacientes. A primeira embarcação, com 1.000 quartos, deverá ficar atracada no Rio de Janeiro. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, não haverá custos para o uso do espaço. Mas as secretarias de Saúde locais terão que fornecer equipamentos e profissionais.

— Temos a possibilidade mais ou menos já assegurada que um cruzeiro com 1000 quartos ficar funcionando no RJ ou em outro local que determinarmos como hospital — disse Gabbardo, acrescentando: — E se for necessário, vamos ter mais.

Na sexta-feira passada, o Ministério da Saúde informou que cruzeiros turísticos que ainda não saíram seriam proibidos. Isso porque essas embarcações têm ambiente de confinamento que dificulta o combate ao coronavírus e  atendimento das pessoas. Na semana passada, o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Wanderson de Oliveira, afirmou que 21 cruzeiros estavam programados no país e teriam de ser adiados. Sobre os que já estavam em andamento, ele destacou que os gestores locais devem agir com cuidado para encerrá-los.

No sábado, o Ministério da Saúde retirou essa recomendação para revisão e ajuste. Nesta segunda-feira, Gabbardo explicou que isso foi para atender alguns cruzeiros que já estavam em andamento. Por outro lado, destacou que novas viagens estão proibidas.

Gabbardo informou também que está trabalhando com o Ministério da Defesa para fazer hospitais de campanha, mas disse que isso está em estudo e não deu muitos detalhes. Os hospitais de campanha são instalações provisórias montadas para atender os pacientes.

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