Economia

Niterói registra maior geração de empregos para setembro desde 2011

Alavancada pela recuperação do comércio, cidade abriu 555 vagas de trabalho no mês passado: índice mensal foi o mais alto desde novembro de 2018, diz Caged

NITERÓI — Niterói teve o melhor saldo de geração de empregos dos últimos 11 meses, abrindo, em setembro, 555 postos de trabalho . O cenário mais animador antes desse foi em novembro de 2018, quando houve 572 contratações. Os números mostram ainda que foi o melhor setembro desde 2011, período em que foram admitidos 871 trabalhadores. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ( Caged ) do Ministério da Economia .

O principal fator que alavancou a abertura de vagas foi a recuperação do comércio , que até agosto de 2019 era justamente o único setor econômico da cidade que havia demitido mais do que contratado em todos os meses do ano. Em setembro, contudo, o panorama se inverteu: a atividade comercial abriu 215 postos de trabalho.

Apenas o setor de serviços ficou à frente do comércio em contratações: após passar o ano inteiro com saldo de vagas negativo, o ramo conseguiu reverter o quadro ao contratar 297 trabalhadores, fechando o acumulado do ano, pela primeira vez, com saldo positivo: quatro vagas. A construção civil também apresentou números positivos, com 61 vagas a mais; enquanto os serviços industriais de utilidade pública — que incluem atividades como transporte coletivo, energia elétrica, gás e telefone — abriram dez.

Ainda de acordo com os dados de setembro do Caged, os demais setores econômicos avaliados, por sua vez, tiveram pouca variação: a indústria fechou cinco vagas; a administração pública fechou 18; e a agropecuária, quatro.

Consolidado do ano

No acumulado dos três primeiros trimestres de 2019, a geração de empregos em Niterói ainda é negativa, contabilizando 894 vagas fechadas. Entretanto, quatro dos sete setores avaliados somam mais contratações do que demissões: os serviços industriais de utilidade pública, com 174 novas vagas; seguida da construção civil, com 128; e da agropecuária (22). Apesar da reação ainda recente, o setor de serviços agora acumula quatro vagas abertas ao longo do ano.

As atividades que fecharam vagas no ano foram — em ordem de volume de demissões — o comércio, com 1.157; a indústria, com 50; e a administração pública, com 18 demissões.

Via
O GLOBO
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