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PGR quer que Wilson Witzel e outros 11 denunciados paguem indenização de R$ 100 milhões por suposto esquema de corrupção

A Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou nova denúncia nesta segunda-feira (14) contra o governador afastado do Rio, Wilson Witzel, agora por organização criminosa. Ele já havia sido denunciado, no último dia 28, por corrupção (ativa e passiva) e lavagem de dinheiro, por conta de supostas fraudes na Saúde. A subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo aponta o governador afastado como “chefe de uma organização criminosa” que teria praticado os crimes de corrupção ativa e passiva, fraude a licitações e peculato. Também foram denunciadas Helena Witzel e outras dez pessoas.

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Além da condenação penal, o Ministério Público Federal (MPF) quer que Wilson Witzel perca o cargo de governador do Rio em definitivo. A denúncia protocolada pela PGR também pede que os denunciados sejam condenados a pagar indenização de, no mínimo, R$ 100 milhões por danos materiais e coletivos.

Ao apresentar a primeira denúncia contra Witzel, a PGR chegou a solicitar sua prisão preventiva ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas o relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, autorizou apenas seu afastamento do governo por 180 dias. No último dia 2, a Corte Especial do STJ manteve a decisão do relator.

Em nota,Witzel voltou a negar as acusações: “Reafirmo minha idoneidade e desafio quem quer que seja a comprovar um centavo que não esteja declarado no meu Imposto de Renda, fruto do meu trabalho e compatível com a minha realidade financeira. Todo o meu patrimônio se resume à minha casa, no Grajaú, não tendo qualquer sinal exterior de riqueza que minimamente possa corroborar essa mentira”.

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