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Polícia afirma ter prendido dois comparsas de Ecko, chefe da maior milícia do Rio

Homens foram presos em Paciência, na Zona Oeste, onde paramilitares agem.

A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) prendeu na manhã deste sábado (4) dois comparsas de Wellington da Silva Braga, o Ecko, acusado de ser o chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, que atua entre Campo Grande, na Zona Oeste, e Seropédica, na Baixada Fluminense.

Paulo Roberto Carvalho Martins e Antonio Carlos Dos Santos Pinto, o Pit, foragidos da justiça, foram presos em Paciência, na Zona Oeste, bairro também controlado pela milícia de Ecko.

Foram apreendidos 120 projéteis calibre 9mm, duas pistolas Glock g17, 9mm, com numeração suprimida; dois radiotransmissores com a inscrição “CL” e “220”, em alusão aos milicianos Carlinhos Três Pontes (falecido) e seu irmão Ecko; três baterias de rádio, dois coldres, dois porta-carregadores, seis carregadores, dois cordões dourados, dois relógios, uma balaclava (touca ninja) e três celulares.

Disque Denúncia aumenta recompensa pelo miliciano Ecko — Foto: Divulgação

Disque Denúncia aumenta recompensa pelo miliciano Ecko — Foto: Divulgação

 

De Liga da Justiça ao Bonde do Ecko

Considerada a maior milícia da cidade, a quadrilha de Ecko explora postos de combustíveis, o transporte irregular e até a extração de saibro.

Ecko nunca foi policial e herdou o grupo criminoso do irmão, Carlinhos Três Pontes, ex-traficante e morto em 2018, em uma ação da polícia.

Constam contra Ecko mandados de prisão por homicídio simples, extorsão e associação criminosa.

Em abril de 2018, o miliciano conseguiu escapar de um grande cerco montado pelas forças de segurança. Ecko estava em uma festa num sítio, mas fugiu após quatro criminosos do grupo entrarem em confronto com policiais.

Inicialmente atuando nos bairros de Campo Grande, Santa Cruz, Cosmos, Inhoaíba e Paciência, na Zona Oeste, a Liga da Justiça chegou ao seu auge em 2007, com assassinatos e controle econômico da região.

Via
POR G1
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