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Presidente da Riotur deixa cargo após 16 dias da operação do MP contra o ‘QG da propina’

Exoneração 'a pedido' de Marcelo Alves foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial

RIO – Dezesseis dias depois de uma operação na sede da Riotur, na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, como parte das investigações do Ministério Público de pagamento de propinas na prefeitura, o presidente da entidade deixou o cargo. A exoneração de Marcelo Alves  “a pedido” foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira.

Rafael e o irmão Marcelo Alves também foram alvo de mandado de busca e apreensão. Rafael, um dos responsáveis por arrecadar recursos na campanha do prefeito Marcelo Crivella para governador em 2014, foi acusado por um doleiro de comandar um suposto esquema de cobrança de propinas na prefeitura para pagar faturas de contratos em atraso.

A assessoria da Riotur informou que a intenção de Alves era de um afastamento temporário e que a assessoria do prefeito destacou não ser permitida a saída através de pedido de exoneração segundo o estatuto da empresa. Ainda não há prazo para Alves reassumir o cargo.

Semana passada  em mensagem aos funcionários, Marcelo Alves havia dito que o afastamento seria apenas temporário. A assessores disse que iria descansar com a redução de atividades no órgão provocada pela epidemia do coronavírus.

Veja o comunicado enviado:

Como descrito acima , venho comunicar a todos o meu afastamento temporário do cargo de presidente da Riotur.

Durante minha ausência não mais responderei pela empresa, assim como não darei expediente, até o fim desse período .

Dr. Fabrício assume interinamente a gestão da Riotur a partir desse data de hoje 20/3/2020.

Peço Kelly que me retire do grupo de gestores e que qualquer encaminhamento seja tratado diretamente com o Dr. Fabrício

Bj em todos .

Marcelo Alves

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