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Sobem para 26 casos suspeitos de intoxicação por cerveja em MG

Boletim da Secretaria estadual de Saúde mineira afirma que mais quatro pessoas apresentaram sintomas

RIO – A Secretaria estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou nesta quinta-feira que o número de casos suspeitos de intoxicação pela substância dietilenoglicol, após consumo de cerveja da marca Backer, subiu para 26 — quatro a mais do que no começo da semana.

Dos 26 casos, quatro já foram confirmados — entre eles, uma morte. Trata-se de um homem, que esteve internado em hospital de Juiz de Fora e faleceu no dia 7 desse ano. Outras três pessoas morreram sob suspeita de terem sido intoxicadas.

O delegado Flávio Grossi, responsável pelo caso, pediu a exumação do corpo da mulher de 60 anos, que morreu em 28 de dezembro do ano passado, para confirmar a intoxicação por dietilenoglicol.

Os sintomas são problemas neurológicos, paralisia facial, borramento visual, amaurose, alterações de sensório, paralisia descendente e crise convulsiva.

Das possíveis vítimas, 16 estão em Belo Horizonte. Também há registros em Capelinha, Nova Lima, Pompéu, São João Del Rei, São Lourenço, Ubá e Viçosa.

Segundo o boletim da secretaria, os quatro novos casos contabilizados como suspeitos nesta quinta-feira começaram a sentir os sintomas entre 27 de dezembro e 6 de janeiro.

Eles foram atendidos em serviços de saúde com realização de tratamento de acordo com o quadro clínico. Todos os demais casos notificados, até o momento, também tiveram início dos sintomas após outubro de 2019.

Ainda de acordo com a pasta, “em decorrência das últimas evidências obtidas” a recomendação vigente é de que, por precaução, nenhuma cerveja produzida pela Cervejaria Backer, independente de marca e lote, seja consumida.

A SES-MG também orienta à população de Minas Gerais que caso tenha em sua residência cervejas de qualquer marca ou lote produzida pela Cervejaria Backer não a descarte em pias ou vasos sanitários, nem as coloque no lixo comum, pois outras pessoas podem pegar e consumir esses produtos.

Estas cervejas devem ser identificadas com alguma inscrição do tipo: “Não ingerir. Produto impróprio para o consumo”, armazenadas separadamente dos demais alimentos até que você possa entregá-los nos pontos de recepção (Vigilância Sanitária de sua cidade, Núcleos Estaduais de Vigilâncias Sanitárias ou Procons).

Via
POR: O GLOBO
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